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Crédito formação: é um empréstimo, não é um apoio

Esta página é sobre pedir dinheiro emprestado e devolvê-lo com juros. Os apoios públicos à formação em Portugal passam pelo IEFP e por entidades formadoras certificadas pela DGERT, por isso nenhum deles chega a uma escola estrangeira que ensina online. Antes de ir ao banco há dinheiro mais barato: a sua entidade empregadora e as nossas prestações mensais sem juros, até 60 pagamentos feitos diretamente à Code Labs Academy. O crédito fica para o fim, para quem precisa mesmo do valor todo de uma vez.


O que existe mesmo em Portugal, do mais barato para o mais caro

Comecemos pela parte que uma página a vender crédito costuma esconder no fim: o crédito formação é um empréstimo. O banco empresta-lhe o dinheiro, a Code Labs Academy recebe o valor do curso, e depois é a si que fica a dívida, com juros, durante anos, corra a procura de emprego como correr. Não é um apoio, não é um subsídio e não existe em Portugal nada equivalente aos cheques de formação alemães ou às obrigações de formação que as empresas têm nos países nórdicos. O dinheiro público para formação existe, mas é gasto através do IEFP e vai para entidades certificadas pela DGERT ou para instituições de ensino superior portuguesas. O Cheque-Formação, o Cheque-Formação + Digital e as medidas regionais dos Açores e da Madeira aplicam todos o mesmo critério à entidade formadora, e uma escola alemã que ensina online, em direto, não o cumpre. Por isso a ordem honesta das opções não é a que um banco lhe apresentaria. Primeiro, fale com a sua entidade empregadora: formação ligada à sua função é uma compra normal da empresa, faturamos diretamente à empresa, e é o único dinheiro que não lhe custa nada. Segundo, faça as contas ao nosso plano de pagamento. É sem juros, até 60 prestações mensais pagas diretamente à Code Labs Academy, ou seja, paga o preço do curso e mais nada, e há um desconto de 5% se pagar a totalidade antes do início. Nenhum crédito, com nenhuma taxa, fica mais barato do que isto para a mesma propina. Se a prestação couber no seu orçamento, é aqui que a decisão termina. O crédito faz sentido numa situação concreta: precisa do valor todo de uma vez, ou do valor do curso mais as despesas do dia a dia durante a formação. Aí o crédito formação é um instrumento útil, porque os bancos portugueses têm produtos feitos à medida da formação e não existe qualquer exigência de certificação sobre nós. O Crediformação Caixa, da Caixa Geral de Depósitos, é o exemplo mais claro: financia cursos técnico profissionais, de formação e de especialização, refere expressamente cursos em Portugal e no estrangeiro, e empresta de 5.000 € a 60.000 €, um intervalo que abrange exatamente os nossos preços, de 5.000 € a 17.000 €. Há um pormenor que convém saber antes de ir ao balcão: alguns financiadores, entre eles a Cofidis e o BPI, descrevem o seu crédito formação em condições preferenciais para cursos lecionados por Instituições de Ensino Superior. Um bootcamp privado não é uma instituição de ensino superior, por isso nesses casos pode ser encaminhado para um crédito pessoal normal, a uma taxa mais alta, em vez de lhe ser recusado o crédito. É uma diferença de preço, não uma porta fechada, e saber isto antes é o que lhe permite comparar propostas em vez de aceitar a primeira.

Perguntas frequentes

O crédito formação é um apoio do Estado?

Não, e é importante que isso fique claro antes de assinar. O crédito formação é um empréstimo ao consumo vendido por bancos e instituições financeiras, com a finalidade indicada no contrato. O dinheiro é seu para devolver, com juros, ao longo do prazo que aceitar, e não há nada de subsidiado nele. Se chegou aqui depois de ler sobre cheques de formação na Alemanha ou sobre as obrigações de formação das empresas nos países nórdicos, em Portugal não existe equivalente que chegue a uma entidade como a nossa: o dinheiro público passa pelo IEFP e é gasto com entidades certificadas pela DGERT ou com instituições de ensino superior portuguesas. É por isso que esta página coloca a sua empresa e as nossas prestações sem juros à frente de qualquer banco.

Um banco português financia um curso online dado a partir da Alemanha?

Em princípio sim, porque o empréstimo é feito a si e não à escola. No crédito ao consumo não existe lista de entidades aprovadas, e os produtos de formação não estão limitados a instituições portuguesas: o Crediformação Caixa, da CGD, refere expressamente cursos técnico profissionais, de formação e de especialização, em Portugal e no estrangeiro, que é exatamente o que estaria a financiar. Conte que o banco lhe peça prova de inscrição e o orçamento ou fatura, documentos que emitimos. A nossa certificação AZAV é um selo de qualidade alemão sem qualquer valor legal em Portugal, por isso nenhum banco lha vai pedir, ainda que seja uma referência razoável se ao balcão quiserem perceber quem somos. A decisão sobre o seu pedido continua a ser de cada banco.

Pedir crédito fica mais barato do que pagar em prestações à Code Labs Academy?

Não, e preferimos dizê-lo do que deixá-lo descobrir depois de assinar. O nosso plano é sem juros, até 60 prestações mensais pagas diretamente à Code Labs Academy, ou seja, paga o preço do curso. Um crédito custa o preço do curso mais os juros, por melhor que seja a taxa. O argumento a favor do crédito é outro: dá-lhe dinheiro disponível, coisa que um plano de pagamento não faz. Se precisa de cobrir despesas correntes durante uma edição intensiva, ou quer liquidar tudo de uma vez para aproveitar o desconto de 5%, o crédito pode ser a ferramenta certa. Se só precisa de repartir o valor do curso, não é.

E se o banco recusar, ou só me oferecer um produto pior?

Acontecem as duas coisas, e são problemas diferentes. A recusa costuma ter que ver com o seu processo e não com o curso: rendimento que deixa pouca margem, encargos de crédito já existentes ou pouco historial com aquele banco. Pergunte o que pesou na decisão, porque isso diz-lhe se um valor mais baixo, um prazo mais longo ou outra instituição mudariam a resposta, e cada banco analisa de forma independente. Ser encaminhado para um crédito pessoal comum, em vez do produto de formação, não é uma recusa: é um preço, e deve compará-lo com a proposta de outro banco antes de aceitar. E uma recusa não fecha o curso. O nosso plano de prestações sem juros não envolve banco nenhum nem decisão de crédito, e a sua entidade empregadora ainda pode dizer que sim.

O que acontece se ficar sem emprego ou não concluir o curso?

O empréstimo mantém-se. É um contrato de crédito ao consumo comum, sem qualquer ligação aos seus rendimentos futuros, por isso o plano de pagamentos não muda por o curso ou a procura de emprego terem corrido de outra maneira. É esse o custo real de ter o dinheiro na mão e deve ser uma escolha consciente, não uma coisa em que se repara depois. Peça emprestado o valor que conseguiria pagar num semestre mau, não o que consegue pagar num semestre bom, e se a sua situação mudar fale com o banco antes de falhar uma prestação. O nosso plano de prestações exige a mesma seriedade enquanto compromisso, mas não tem juros nem terceiros envolvidos, o que é mais uma razão para lhe fazer contas primeiro.

Posso recuperar alguma coisa no IRS?

Uma parte pequena, possivelmente. As despesas de educação e formação são dedutíveis no IRS, no Anexo H, a 30% do valor gasto e com um limite de 800 € por agregado familiar e por ano, por isso, na melhor das hipóteses, devolve-lhe uma fração do preço de um bootcamp e nunca os juros do empréstimo. Se a sua fatura em concreto é aceite depende da forma como a formação é classificada e como a despesa é comunicada, e uma entidade estrangeira acrescenta um passo a esse processo, por isso confirme com o seu contabilista antes de contar com o valor. Trate isto como um reembolso que pode receber no ano seguinte e não como parte do plano de financiamento, e nunca adie uma decisão à espera dele.

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